sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Fatos que a mídia ignora, mais um ataque ao Trabalhismo

A onda de denúncias envolvendo repasses de recursos do governo federal para ONGs chega agora ao Ministério do Trabalho e Emprego, onde os propalados “mal feitos” aconteceram muito mais por conta da impotência da máquina estatal de fiscalização em fazer frente aos inúmeros convênios firmados com o terceiro setor, do que por inconsistentes indícios de corrupção, esta supostamente restrita a um servidor do ministério. Tais denúncias buscam ainda, macular a imagem do PDT ao fomentar uma divisão interna que serviria de combustível para o afastamento do Ministro Carlos Lupi.
Esquece a imprensa golpista, no entanto, de mencionar que durante a administração pedetista no Ministério do Trabalho foram implantadas as chamadas públicas para convênios com o terceiro setor, o que impediu a prática antiga de indicação direta de entidades por parte dos administradores públicos. Foi também a administração pedetista que cancelou, desde 2008, a execução do ProJovem Trabalhador por intermédio de ONGs, e que desde 2010 não firma mais convênios para qualificação de mão de obra com instituições privadas sem fins lucrativos.
Ou seja, a administração pedetista no Ministério do Trabalho e Emprego vem, ao longo do tempo, adotando medidas concretas que combatem a utilização exacerbada de ONGs como meio para execução de políticas públicas voltadas à qualificação profissional, algo que não ocorre em outros ministérios. Ao contrário, aqueles órgãos ampliaram sua atuação com o terceiro setor. Estas, portanto, são medidas concretas de combate à corrupção por meio de ONGs,  que a mídia parece não querer reconhecer.
Os que hoje criticam o envolvimento do governo
com o 3° setor são os mesmos que destruíram a máquina
do Estado e dilapidaram patrimônio com as privatizações”
Cabe ressaltar que a utilização do terceiro setor como instrumento de execução de programas e projetos governamentais se acelerou muito durante a década de 90, quando o neoliberalismo foi implantado definitivamente em nosso país. Naquele momento, a lógica do “Estado Mínimo” passou a restringir cada vez mais a atuação dos órgãos públicos no desempenho de suas funções com a aprovação de leis, tais como a de responsabilidade fiscal, que limitam, entre outras ações, a contratação de funcionários públicos pelo Estado. A terceirização passou a ser a regra de uma gestão dita “eficiente”, ainda que agredisse alguns dos mais básicos direitos dos trabalhadores.
As ONGs, antes restritas a trabalhos voluntários ou execução de projetos com financiamento estrangeiro, passaram a ser o caminho natural para que os recursos públicos chegassem à ponta sem o controle da máquina estatal, com a execução de serviços e programas que, pela lógica deveriam ser prestados e executados pelo poder público. Aqueles que hoje criticam a ação dos ministros e o envolvimento do governo com o terceiro setor, foram os mesmos que destruíram a máquina do Estado, dilapidaram o patrimônio público com as privatizações e entregaram às ONGs os recursos que deveriam ser utilizados pela estrutura dos órgãos públicos. Foi no ninho tucano que estas estruturas foram gestadas e se desenvolveram.
No Ministério do Trabalho e Emprego, essa lógica imperava até a chegada do Ministro Carlos Lupi. No Programa Primeiro Emprego, posteriormente transformado no ProJovem Trabalhador, por exemplo, quase todos os convênios eram firmados com entidades privadas sem fins lucrativos, através da modalidade chamada de Consórcio Social da Juventude. As ONGs eram o principal canal entre o ministério e os jovens das mais diversas localidades do país. Os estados e municípios funcionavam apenas como observadores da política implantada pelo governo federal por meio de tais entidades.
O Ministério do Trabalho e Emprego possuía um contingente enorme de funcionários terceirizados, exercendo as mais diversas funções, desde recepção até análise de prestações de contas de convênios, o que era absolutamente ilegal. As pilhas de processos com prestações de contas de convênios com ONGs se acumulavam nas prateleiras do ministério há anos, como ocorre com todos os órgãos dos três poderes, inclusive com os órgãos de fiscalização dos demais. Havia décadas que não se promovia um concurso público no MTE.
Pois a administração pedetista, não só promoveu em fins de 2008 um concurso público para diversas funções, como reduziu drasticamente o número de terceirizados no ministério. Desta feita, a fiscalização de contratos e convênios por pessoal terceirizado passou ser paulatinamente substituída pela fiscalização realizada por funcionários de carreira, comprometidos com o órgão e que não arriscariam suas carreiras em práticas que beneficiassem as ONGs.
“A gota d’água veio quando o Ministério do Trabalho
e Emprego passou a exigir que empresas
de grande porte adotassem o ponto eletrônico”
O Ministro Carlos Lupi, no entanto, desde quando assumiu o ministério vem sofrendo campanhas difamatórias e covardes por parte de setores que representam o grande capital, no qual inclui-se grande parcela dos veículos de mídia do país. De início foi perseguido pelo banqueiro e dublê de homem público, Marcílio Marques Moreira, que fez de tudo para derrubá-lo por conta de sua posição de presidente do PDT enquanto ministro. Depois foi a vez dos representantes dos ruralistas e do agronegócio, personificados na senadora Kátia Abreu, que tentaram assumir o controle do CODEFAT, com a intenção de restringir as ações do ministério e impedir que, de forma democrática, outras confederações e centrais sindicais participassem das decisões e tivessem acesso aos recursos do fundo, que antes era dominado por um pequeno grupo de comensais ligados aos setores mais nefastos da elite empresarial.
Com habilidade, o ministro impediu que estes arautos do atraso tivessem assento no conselho que gere os recursos dos trabalhadores. Nesse meio tempo, inúmeras tentativas de desqualificar o ministro aconteceram, inclusive com denúncias sobre convênios firmados com entidades fantasmas ou que supostamente teriam ligações com membros do PDT, sempre sem nenhuma consistência e jamais comprovadas.
A gota d’água veio recentemente, quando o Ministério do Trabalho e Emprego passou a exigir que empresas de grande porte passassem a adotar o ponto eletrônico. A reação foi imediata no meio empresarial, com críticas pesadas ao MTE e insinuações de que haveria interesses não republicanos por trás da medida. Por óbvio, o grande capital jamais admitiria que trabalhadores pudessem ter acesso às suas horas trabalhadas de forma aberta e com comprovação documental. Os órgãos de fiscalização teriam maiores possibilidades de verificar possíveis fraudes por parte das empresas na contagem de horas extras de seus funcionários.
O Ministro, ao adotar uma medida claramente voltada à proteção dos trabalhadores, declarou guerra ao poder econômico e às elites empresariais, e em consequência, passou a ser alvo da mídia financiada pelos grandes grupos econômicos.
Não é de hoje que ministros do trabalho sofrem denúncias de corrupção ao contrariarem determinados interesses de setores que representam o poder econômico, em defesa do interesse do trabalhador. O ex-presidente João Goulart, durante sua gestão no Ministério do Trabalho, no governo de Getúlio Vargas, ao abrir as portas do órgão aos sindicatos e atuar nas negociações entre sindicatos e empresários defendendo com ênfase o interesse dos trabalhadores, foi acusado de aparelhar politicamente o ministério e financiar sindicatos. Denúncias de corrupção por parte de seus assessores pipocavam na mídia à época. Veículos como “O Globo”, entre outros, já naquela época atacavam o trabalhismo de forma tão covarde quanto o fazem agora.
Devemos, portanto, estar atentos para a atuação desta mídia comercialmente comprometida, pois sua intenção é encurralar não só o Ministério do Trabalho e Emprego, mas todo o governo Dilma, com o intuito de impedir o avanço das reais medidas nacionalistas e de desenvolvimento da nação que vêm colocando o país em um patamar nunca antes obtido frente às principais nações do mundo e dando ao seu povo e aos seus trabalhadores, ganhos reais no que se refere à qualidade de vida e salários.
A continuar essa onda de denuncismo vazio, e a continuar o governo a se pautar por tais denúncias, veremos em breve a retomada de um processo perverso que resultou na morte do presidente Getúlio Vargas e na deposição do presidente João Goulart, coincidentemente os dois presidentes trabalhistas de nossa história, e na perseguição fortuita e cruel sofrida pelo governador Leonel Brizola durante as décadas passadas.
A saída do Ministro Carlos Lupi como resultado de pressões da imprensa marrom seria a consolidação de novo golpe contra os interesses da Nação e de seus trabalhadores, e a certeza de que, mais uma vez, o Trabalhismo brasileiro, caminho para nossa soberania, seria ferido.
Por Augusto Ribeiro  -  Secretário Municipal de Trabalho e Emprego do Rio de Janeiro

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

CORAJOSA RESISTÊNCIA

"50 anos da Campanha da Legalidade"
A Câmara dos Deputados homenageou ontem, em sessão solene, os 50 anos da Campanha da Legalidade e seu principal líder, o ex-governador Leonel Brizola (PDT), reverenciados com discursos de 11 deputados federais e um senador: Cristovam Buarque (PDT-DF). Ao abrir os trabalhos, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), destacou “a merecida homenagem proposta pelos deputados Vieira da Cunha (PDT-RS), Paulo Pimenta (PT-RS) e Giovanni Queiroz (PDT-PA). Para Maia, “poucas vezes, como em 1961, a Nação se manifestou de forma tão clara em defesa da continuidade do processo democrático, representado pelo cumprimento da Constituição, respeito à vontade popular e garantia de legitimidade dos mandatos”.

Período de ebulição

O Brasil vivia, na passagem dos anos 1950 para 1960 um período de ebulição, que não se restringia a um ou outro setor, envolvia a política, a cultura, o esporte, e mexia com os sonhos de todos. Eram os tempos da bossa nova; de títulos internacionais no esporte; da inauguração de Brasília; do fim da era JK e do começo de um governo de estilo diferente, o de Jânio Quadros, eleito com expressiva votação. Entretanto, mais surpreendente que as novidades da época foi a renúncia de Jânio. Ninguém estava preparado para aquele gesto. Jânio não recuou e foi o Brasil que se viu, logo a seguir, na iminência de um retrocesso. Contrariando a Constituição, os ministros militares decidiram vetar a posse do sucessor legítimo, João Goulart.

Uma voz discordante

Em meio ao espanto, explica Marco Maia, “surgiu no Rio Grande do Sul uma voz discordante, a do jovem governador Leonel Brizola. Disposto a defender a Legalidade, ele montou uma rede de rádio para mobilizar inicialmente os gaúchos, depois todos os brasileiros; fortificou a sede do governo e declarou que morreria se necessário, para fazer cumprir o texto constitucional”. Outro “valoroso governador”, o de Goiás, Mauro Borges, juntou-se à Campanha da Legalidade sem temer uma eventual investida dos fortes contingentes sediados em Brasília, que poderiam calá-lo a qualquer momento. Chegou-se ao absurdo de ordenar o bombardeio do Palácio Piratini, em Porto Alegre, e a invasão do Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, para derrotar, pelas armas, os defensores da democracia.


A reação dos sargentos

O presidente da Câmara, Marco Maia, que é morador de Canoas, onde fica a Base Aérea, disse que “desde pequeno ouve na cidade as histórias contadas com muito orgulho, de que os sargentos da Aeronáutica impediram os ataques, esvaziando os pneus dos caças e retirando as espoletas das bombas, assim evitando que o momento não se tornasse um derramamento de sangue”. “Infelizmente, tanto a ascendente liderança brizolista quanto a nítida vontade democrática do nosso povo seriam golpeadas, poucos anos mais tarde, pelo regime de exceção”, lamentou o parlamentar. “O tempo encarregou-se, contudo, de devolver o País ao Estado de Direito, e de fazer justiça a Brizola”. 
Visão nacional

Na sessão comemorativa dos 50 anos da Legalidade, em homenagem a Leonel Brizola, deputados reclamaram a ausência do ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), “político inventado por Brizola”, e dos três senadores gaúchos: Pedro Simon (PMDB), Paulo Paim (PT) e Ana Amélia Lemos (PP). Parlamentares de 11 partidos se manifestaram.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A VERDADEIRA AMIZADE

Diariamente entramos em contato com muitas pessoas, mas o contato com a pessoa de nossa amizade verdadeira é diferente, porque é especial e único.O amigo é uma pessoa por quem a gente torce, vibra e também sofre. Ela está presente nos bons e maus momentos. É amado e tratado com sinceridade e respeito. Contamos sempre com ela, pois a amizade verdadeira é eterna.A amizade nos traz alegria, entusiasmo e incentiva os sonhos. Ela nos dá força e nos ajuda a vencer as diferenças. Aliás numa verdadeira amizade as diferenças nem existem, porque se erramos... perdoamos e esquecemos. Se temos defeitos não nos importamos com eles, porque passamos por cima deles.Nos relacionamentos verdadeiros, tudo vem à tona: as fraquezas e limitações, mas também são reconhecidas as grandezas da alma e seus aspectos positivos. Todas as situações contribuem para o crescimento de ambos os lados.Amigos de verdade não têm dia nem hora para manifestar sua atenção e ternura. Eles podem até estar longe da gente, mas quando os outros se vão, respondem PRESENTE, e contamos com eles em cada emergência.
Li certa vez um pensamento: “Sem bons amigos você pode ser comparado a um livro que ninguém se deu ao trabalho de ler”. É triste, não é? É uma situação de abandono!

Podemos até não ter muitos amigos (está se tornando raro), mas os que tivermos, faça que sejam amigos reais. A amizade é cultivada diariamente.  Outro pensamento que não é menos chamativo: “Mais vale um amigo na praça do que dinheiro no caixa”. Isto significa que o dinheiro não faz o que o amigo pode fazer.
Numa verdadeira amizade não existem distinção de cor, sexo, idade. Amigo é amigo de verdade, sem sufocar o outro, isto é, sem manipulação, sem poluir o ambiente. Somos livres. Não se força uma amizade, mas ela tem uma grande força que se intensifica a cada instante. É verdadeira a declaração que não se escolhe a família para nascer, mas os amigos sim, podemos selecionar, pois eles são continuação da vida fazendo parte de uma opção. A amizade é um dos sentimentos mais nobres, nasce de forma espontânea e ela também chega à maturidade. Maturidade alcançada com base no amor, no carinho, na ternura, no respeito, na compreensão, na troca e na ajuda natural, sem segundas intenções.
Amizade é um, dom precioso.

A própria Bíblia declara que “quem encontra um amigo encontra um tesouro”. Tesouro é riqueza, é ter com que/quem contar. Daí a necessidade da amizade ser cultivada, para não desfalecer, esfriar e até morrer. A reciprocidade é o principal vetor de manutenção da amizade. Conhecemos fatos e alguns desses fatos até já nos envolvem; de amizades que não conseguem perdurar, em face a ausência de atitudes recíprocas, interesse e compromisso. Numa amizade não existe lugar para o orgulho, os defeitos, gênio difícil e a impaciência. Eles são relevados. Outra característica marcante é a compreensão. Os sentimentos são livres, descontraídos e expressos sem cobrança. Vale até ressaltar que a atitude de cobrança, desgasta e esvazia qualquer tipo de relacionamento. 
Nossa vida se torna enriquecida pelas amizades. Fomos criados por Deus à sua imagem e semelhança para vivermos uma relação equilibrada com o nosso próximo. De acordo com a qualidade dos nossos relacionamentos, temos uma maior ou menor abertura, e isso pode determinar também qualidade de vida. A somatória das relações e a qualidade delas dimensionam a felicidade pessoal. Uma pessoa sem amigos não é feliz Numa grande amizade, os amigos são fiéis e quase sempre são confidentes. Há uma entrega como cada um é realmente, sem envolver em mesquinharias, sem medo de ser totalmente conhecido.
A amizade tem também uma significação espiritual.

Há uma identificação de sonhos, comportamentos e vontades.Infelizmente existe no mundo uma incapacidade das pessoas criarem vínculos de amizades, porque não há um bom nível de confiança entre elas; pelo contrário, revelam ou manifestam um egoísmo exacebardo. Têm medo de se expor, de mostrar a sua verdadeira personalidade. Mesmo sendo carentes de sentimentos, preferem ficar sozinhas no seu claustro, do que tentar, arriscar ou optar por uma amizade, que com certeza, só lhe fará bem. Na verdade, quando o ser humano descobrir verdadeiramente o valor da amizade, a vida se tornará bem melhor, pois é compensador contar com alguém, ser feliz, bem como proporcionar a outrem um pouco daquilo que você tem para compartilhar.

CONSIDERANDO A IMPORTÂNCIA E O VALOR DA AMIZADE, VAMOS DESTACAR OS SEGUINTES PONTOS:

• São os amigos que nos fazem sorrir quando temos vontade de chorar;

• Podemos comparar o elo da amizade com o “tempo” que sofre alterações climáticas, mas é através dessas alterações que aprendemos a nos conhecer mostrando verdadeiramente quem ou como somos;

• Os amigos nos ensinam muito, nos fazendo enxergar circunstâncias ou situações que às vezes não percebemos o seu real sentido;

• Os amigos nos chamam à razão quando agimos de forma contrária, nos fazendo aceitar ou compreender nossos erros;

• Os amigos são como irmãos que a vida nos proporciona, para estar conosco em nossa caminhada;

• O importante não é conhecer o amigo, mas saber o que há dentro dele;

• Ser amigo não é coisa de um dia apenas, mas passar por um processo de conhecimento dos gestos, palavras, sentimentos, ações, que vão solidificando com o tempo;

• O amigo é uma porta aberta em qualquer situação;

• A amizade faz milagres porquê: tornam os fardos mais leves, porque são divididos ao meio; intensifica as alegrias; ameniza as tarefas difíceis; diminuem as distâncias, é bússola e rota no oceano da vida;

• O amigo tem um sorriso bonito que vem do interior. Um sorriso generoso que nos contagia;

• O amigo nos recebe, nos ouve e nos quer assim, como somos;

• Na verdadeira amizade há realismo, sinceridade, porém sem ser cruel.
Feliz quem tem ao seu lado um verdadeiro amigo. O livro sagrado diz que há amigo mais chegado que um irmão. Por isso dedico este humilde texto ao um dos melhores amigos que o grande criador do universo me presenteou trata se do ilustríssimo amigo D.r Luiz André Couri a quem sempre com paciência me escuta e me orienta. Valeu André muito obrigado por tudo por tudo mesmo !  Acesse: http://oreacionario2011.blogspot.com/

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

“Hoje tem marmelada? Tem sim senhor!”

Esta pergunta e resposta são antigas do nosso conhecimento. Não só nos lembra a nossa distante infância como nos mantém ligados no cotidiano, sendo prática constante dos nossos circos, ainda em atividade. Porém, o que infelizmente nós esquecemos, é que, politicamente, o brasileiro tem memória curta. E a pergunta antiga também é prática constante dos nossos políticos que, com toda a cara de pau do mundo, insistem em transformar o nosso país em um grande picadeiro e, de maneira degradante, somos postos como palhaços.Querendo ou não, como é o meu caso e de vários outros, estou envolvido nesse único e grandioso “espetáculo”, promovido pelos nossos governantes. Aí eu digo: com certeza, não contribuí com meu digno e valoroso voto para colocar no poder desta nação e da minha cidade, esta turma. Como bem disse em campanha um político famoso: “A patota esta reunida”. É, meus senhores e “companheiros” de picadeiro, está difícil. Aristóteles (filósofo) pregava o “livre arbítrio” (culpabilidade hoje), o povo escolheu mal e a “Patota” venceu as eleições. Estão lá, certamente com os votos do povo, aqueles mesmos que caíram na conversa do “Meu povo, brasileiros dos pés descalços, sem dentes e descamisados”, assim e por duas vezes. Poderia eu, como brasileiro, telespectador de vários jornais e leitor de algumas revistas, lutar por um país melhor, mas vejo a cada dia o mesmo show. Revezando só os corruptos (3 por 4), alguns até já foram cassados, retornaram e estão fazendo parte do centro de comando do (grã circo Brasil). Pode conferir, é grande mesmo, tem dimensões continentais e a grandeza do mau aproveitamento e da má gestão de recursos são na mesma proporção, se não até maior.A culpa também é dos nossos antepassados, que deixaram a coisa descambar de tal forma que, se o cidadão não tiver um pouco de fé, tá ferrado. Mas, vamos deixar a fé de lado, pois os líderes, teoricamente brasileiros que fazem isto, de santo não tem nada. Deixe estar, assim caminhamos e convivemos com escândalos, falcatruas e maracutaias. Já na época do império, no escândalo dos pangarés, tinha até príncipe evolvido no negócio e quem pagava pelos eqüinos? Era o povão.E hoje não é diferente, pois no passado recente, tivemos o mensalão, dinheiro na cueca, dinheiro na mala, empréstimos fantasmas, uma tal de “Galtama” que construía pontes de mentira, a máfia das ambulâncias, dos sanguessugas e outras máfias pelo Brasil a fora. Certamente não podemos nos esquecer dos bons e versáteis que estão sempre à mão (aparentemente de pessoas erradas), os cartões corporativos, estes sim, sem limite de crédito, pagam de um tudo. De carros alugados passando por “free shoping”, material esportivo e de construção, acredite se quiser, tapioca também entrou na nossa (conta). É sim, quem paga somos nós. Você não sabia?Vou parar de comentar fatos assim, uma vez que sempre é hora de espetáculo. Eu e você não podemos parar, pois o show tem que continuar.Alegria, alegria, faça como eu, sorria! (mesmo que seja um sorriso amarelo de revolta)Hoje tem marmelada? Tem sim senhor.
E o palhaço, quem é?...

sábado, 30 de julho de 2011

Sorteio das Eliminatórias expõe 'guerra fria' entre Dilma Rousseff e Ricardo Teixeira

O sorriso estampado no rosto de quem subiu ao palco da Marina da Glória, no Rio de Janeiro, para participar do sorteio dos grupos das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014, deu a falsa impressão de que o clima estava leve. Em meio ao clima de “guerra fria”, foi dado o pontapé inicial para o Mundial que será realizado no Brasil.Primeira a discursar, a presidente da República, Dilma Rousseff, deu o tom do que viria a seguir. Foi bastante calorosa com Pelé, a quem nomeou como embaixador da Copa 2014, o chamando de “meu querido”, sendo fria e formal ao se referir a Ricardo Teixeira, presidente da CBF.Na cerimônia, a presidente ficou em um local reservado, longe do dirigente e em nenhum momento o recebeu. Curiosamente, foi Pelé quem se sentou ao lado de Teixeira, que não o havia convidado para o evento. Os dois mal se falaram. Coube a Sergio Cabral, governador do Rio de Janeiro, e Eduardo Paes, prefeito da capital carioca, tentarem quebrar o clima, já que estavam próximos à dupla.Se Pelé foi imposto por Dilma, Romário não teve a mesma sorte. Na mira de Ricardo Teixeira por estar investigando os gastos das obras nos estádios para a Copa, o Baixinho não foi convidado. Porém, não deixou de se fazer presente.Quando Ronaldo Fenômeno subiu ao palco para ajudar no sorteio, o mestre de cerimônias o chamou de Romário, em uma das gafes da tarde. Antes, Cafu já havia se referido a Neymar como "Nilmar".Por outro lado, a Fifa, eterna aliada de Ricardo Teixeira, fez questão de demonstrar solidariedade ao cartola, alvo de protestos dos torcedores. O secretário-geral da entidade, Jeróme Valcke, que comandou o sorteio, fez questão de enaltecer o dirigente brasileiro "por tudo o que faz pelo esporte".Porém, do lado de fora o povo carioca deu prova de que está contra Ricardo Teixeira. Uma passeata reuniu cerca de mil pessoas, que saíram do bairro do Largo do Machado, vizinho ao local do evento, e caminhou até a Marina da Glória para pedir a saída do presidente da CBF.

A insatisfação popular se deve muito à série de denúncias que começaram a aparecer em relação ao cartola, mandatário da CBF desde 1989, e à falta da transparência nas obras. Desde junho a Rede Record vem apresentando uma série de matérias que apontam diversas denúncias. Apesar da manifestação, o dirigente, que recentemente deu entrevista afirmando que “caga de montão” para as acusações, evitou dar declarações sobre a marcha dos cariocas, que em breve chegará à outras cidades.Agora, ao menos, o carioca poderá voltar à sua vida normal. Isso porque, por conta da “festa” da Fifa, na qual foram gastos R$ 30 milhões pelo governo do Rio de Janeiro, o cidadão ainda teve de sofrer com esquema especial de trânsito e fechamento do aeroporto Santos Dumont por quatro horas. A festa para o sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 ficou cara para a população do Rio de Janeiro. O evento custou R$ 30 milhões, inteiramente pagos pela Prefeitura do Rio, e pelo governo estadual Este valor seria suficiente para custear o salário de 17,6 mil policiais das UPP's (Unidades de Polícia Pacificadora). A Geo Eventos, empresa que organiza o sorteio e recebeu toda essa bolada, pertence à Rede Globo e sua parceira no Sul do Brasil, a RBS.O jornal Folha de S. Paulo informou, na última sexta-feira (29), que diversos eventos durante a Copa do Mundo serão organizados pela Geo Eventos. Representantes de prefeituras e governos estaduais das cidades-sedes da Copa contaram ao jornal que foram abordados, em tom de imposição, para escolher a Geo como promotora dos eventos. Representantes do setor público rebateram, dizendo que seria necessária uma licitação para escolher a empresa organizadora.
Enquanto o dinheiro público vai para os cofres de empresas parceiras de Ricardo Teixeira, presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador Local), a três anos do Mundial, a cidade de Londres dá o bom exemplo. A festa realizada nesta semana, lembrando que os Jogos Olímpicos de 2012 vão começar daqui a exatamente um ano, foi barata e sem luxo.Os ingleses projetaram as Olimpíadas pensando no legado que os jogos trarão para a cidade. Cinco instalações já estão prontas, construídas no prazo e dentro do orçamento inicial.Para comparar, o sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, realizado em 2007, custou aos cofres públicos locais o equivalente a R$ 2 milhões. A festa brasileira, que deveria ser custeada pelo COL, vai custar 15 vezes mais. Fonte: r7


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Exploração sexual de menores afeta 50% das cidades

De acordo com um levantamento feito pela Secretaria de Direitos Humanos (SDH), em metade dos municípios brasileiros há registros de denúncias de exploração sexual de crianças e adolescentes. Além disso, as 12 capitais que vão receber jogos da Copa do Mundo em 2014 estão entre as 100 cidades com maior número de casos.
De acordo com o mapeamento, as regiões Centro-Oeste e Nordeste são as que mais denunciam casos de exploração sexual pelo Disque 100, número nacional por meio do qual é possível fazer denúncias anônimas sobre esse tipo de violência.Para a secretária nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem Oliveira, o aumento do número de denúncias se deve à maior conscientização da população sobre a importância de denunciar e proteger os menores.Ela destacou ainda que o governo terá atenção especial com as localidades com grandes obras em andamento, por atraírem muitos homens desacompanhados das famílias. Na maioria das vezes, os municípios têm pouca estrutura para combater esse tipo de exploração."Temos evidência que, no contexto das grandes obras, aumentam os casos de violação, porque há uma imigração que equivale ao número da população que já existe no município, que não dá conta da nova demanda. Rapidamente se instaura um mercado de prostituição nesses canteiros", disse a secretária, ao participar de seminário para discutir a participação do setor privado no combate a esse tipo de crime.
Os dados apresentados fazem parte de uma prévia da Matriz Intersetorial 2011 - Cenários do Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Eles servirão de subsídio para a SDH organizar uma atuação em quatro frentes para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes: Copa do Mundo, grandes obras (principalmente de usinas hidrelétricas), rodovias e fronteiras.

EXPLORAÇÃO SEXUAL DE MENORES É CRIME! 

DENUNCIE  - DISQUE 100 


Fonte:  UOL Notícias

domingo, 19 de junho de 2011

Você tem algum problema?Então marche!

Alguma coisa o incomoda, leitor? O vizinho do lado, o frio, a distribuição desigual da beleza, da riqueza, das mulheres, dos homens, da felicidade? Marche! Vá para a rua! Incomode os outros com o que o faz infeliz. Deixe claro que é culpa é “deles”. Mas “deles” quem? Não interessa! “Eles” sempre são culpados.
 Em várias cidades do país, aconteceu hoje a chamada “Marcha da Liberdade”, organizada principalmente pelos maconheiros que estão convictos de que o trânsito deve parar porque eles querem queimar mato.
 O barato, antes, era fumar escondido da polícia; hoje, eles pedem proteção uniformizada para defender o que consideram um “direito”. Para os maconheiros, a erva integra o capítulo dos direitos naturais do homem, entendem?
 Pois bem! Em São Paulo, a marcha reuniu, estima a polícia, duas mil pessoas. É um troço mixuruca quando se consideram os 11 milhões de habitantes da cidade e as categorias envolvidas no ato: Marcha da Maconha SP, Coletivo Desentorpecendo a Razão (DAR), o circuito Fora do Eixo, Movimento Passe Livre, Organização Popular Aymberê, Coletivo Intervozes, Centros Acadêmicos, Tribunal Popular, movimento LGBT e ciclistas.No Rio, a manifestação não reuniu mais do que mil pessoas.
Em Brasília, aconteceu uma coisa engraçada ou óbvia: a Marcha da Liberdade, cuja concentração estava marcada para o Parque da Cidade, reuniu meia-dúzia de gatos pingados. Havia mais gente da Marcha das Vadias, onde compareceram também muitos vadios. Vadios em Brasília??? Às 15h30, todos se juntaram na vadiagem na praça da torre. Erraram de lugar, acho eu.
O número ridículo de pessoas que comparecem a essas manifestações dá conta da popularidade da pauta dessa gente, que só é influente na imprensa e, como se sabe agora, no STF. Daqui a pouco, nem os maconheiros vão se interessar por esses eventos. Que graça tem essa rebeldia protegida pela polícia? Quanto a vadias e vadios, convenham que os pelados da UnB já foram bem mais longe na… ousadia intelectual!
Bando de babacas!
Em matéria de pornografia e falta de decoro, a algumas centenas de metros dali, em certa praça, é que se pratica a verdadeira sacanagem. Eis a geração sucrilho, sustentada até os 35 anos pelos pais, que nem fumam maconha nem ficam pelados em público porque têm de trabalhar para sustentar vadios e vadias.
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Enquanto isso, em Banânia...

A escolha de Gleisi Hoffmann permite a presidente Dilma controlar de fato o coração do seu governo. Antonio Palocci era “ministro de Lula”. Mas ainda assim, e a despeito desse primeiro movimento insurrecional da rainha muda, o terceiro mandato de Lula começou no quinto mês do governo Rousseff. 
Na última semana de maio, pronto para ensinar à criatura como se resolve uma crise, o criador baixou em Brasília já acusando a oposição em geral e José Serra em particular de terem inventado o milagre da multiplicação do patrimônio. No mesmo dia, depois de conferir ao chefe da Casa Civil o título de Pelé da Economia, ordenou ao PT e pediu ao PMDB que defendessem Antonio Palocci e fossem pacientes com a presidente. 
De nada adiantou. Os fatos tornaram impossível a manutenção do ministro. Já vai tarde. O ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, advogado de dez em cada dez petistas enrolados em crimes, orientou a tardia entrevista de Antonio Palocci. Vale perguntar: quem pagará pelos honorários do douto causídico? A viúva?A decisão de manter o CRIMINOSO Battisti no Brasil avisa que a impunidade institucionalizada em nosso País também vale para criminosos estrangeiros.A decisão da Suprema Corte nada tem de surpreendente. Mas ainda assim, é um desfecho vergonhoso. O Supremo Tribunal Federal está com a espinha alquebrada. A continuar assim, em breve estará de quatro.
 Fonte: Notas Impertinentes http://oreacionario2011.blogspot.com/
Não existe assunto desinteressante, o que existe são pessoas desinteressadas." 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O QUE HÁ DE NOVIDADE NO DISCURSO DA PROFESSORA AMANDA GURGEL?

Impressiona-me como uma verdade conhecida por todos pode repercutir assombrosamente por puro interesse publicitário-comercial. É o que ocorre com o fenômeno Amanda Gurgel, uma distinta professora do Rio Grande do Norte, nordestina forte e corajosa, que, revoltada com as agruras de lidar com a educação no Brasil, resolveu dizer na cara das autoridades aquilo que elas já estão cansadas de saber.Digo que estão cansadas de saber porque, há muito, defendo a tese de que o estado de miséria que vivemos em termos de saúde, educação e segurança pública é situação deliberada pela classe política. Trata-se de um fenômeno cíclico sustentador da profissionalização da política: uma população não educada e desinformada, carente de saúde nas suas mais básicas necessidades e absolutamente entregue ao fenômeno do crime, que elege políticos mal intencionados, que, por sua vez, se encarregam de perpetuar a desestrutura social.

Com um eleitorado desses, qualquer falastrão, seja ele desses palhaços que apresentam programas policialescos, seja um cantador de forró de péssimo gosto, seja um comediante analfabeto, seja um jogador de futebol de carreira falida, para ficar apenas nos folclóricos, assume a missão de conduzir os destinos públicos. Com votos dessa qualidade, fica fácil para os políticos profissionais, capazes de multiplicar seu patrimônio assustadoramente em poucos meses, usarem seu poder, seu dinheiro, suas promessas e suas ameaças para se perpetuarem e manterem tudo "como antes na terra de Abrantes". O que o discurso de Amanda Gurgel tem de corajoso e de verdadeiro, tem de conhecido. Explodiu nas redes sociais e as emissoras de televisão não perderam a oportunidade de captarem a audiência. A professora emblemática figurou nos principais programas de televisão não pela importância de seu discurso... Ela agiu como um chamariz para novos contratos publicitários, para mais pontos no Ibope. E só!



Não se trata de pessimismo desmotivado ou de relegar a revolta da professora ao descrédito. Assino embaixo de todo o discurso da educadora potiguar. Mas a pergunta é: o que há de novidade no discurso de Amanda Gurgel? O que, daquilo que foi brilhantemente esfregado na cara das autoridades, elas ou nós mesmos não sabíamos? Eu, que estudei boa parte da minha vida em escola pública e perdi ano letivo por greve, conheço tal realidade faz tempo. Posso estar errado, mas não acredito: Amanda Gurgel é um fenômeno que, em tempos de informação altamente perecível, se desfará sem que seu verdadeiro objetivo se cumpra. Porque antes de Gurgel muitos outros já denunciaram tal descaso, muitos já morreram em protestos, muitos já sofreram com a deliberada ausência de vontade política.

O pior é que, no fundo, todos nós sabemos o quão errado é o sistema que mantém tudo isso. Mas, na hora de agir para mudar, cada um pensa individualmente, não lembrando das mazelas denunciadas por Amanda Gurgel. Presos à ambição pessoal ou, pior, ao ciclo da dependência, cada um pensa em seu emprego, em receber sua promessa, em manter seu privilégio... Ou em agradecer o remédio, a consulta, o óculos, a cesta básica. Na hora de gritar, comportamo-nos como uma turba, sem objetivo e sem comando, pensando com a boca, fazendo de Gurgel nossa voz, elevada ao Trending Topics do Twitter, a ponto de ela ocupar espaço nobre em rede nacional. Mas, na hora de agir efetivamente, comportamo-nos como umas raposas, pensando com o umbigo, afastando de nós a responsabilidade, ou apenas achando bonito o que disse Amanda Gurgel, mas sem um pingo de coragem para sacrificar absolutamente nada para fazer de seu discurso uma arma de verdade contra essa herança política maldita que, como parasita, faz da sociedade seu agente hospedeiro.

A solução - ou a salvação do Brasil, no dizer da professora - vem, sim, da educação. É a consciência de "Amandas Gurgel", estampada a giz no quadro da sala de aula precária que todos os muitos professores têm de enfrentar, a única arma capaz de alterar essa situação, interrompendo o ciclo. O problema, a meu sentir, é fazer com que a denúncia que hoje todos encampam, virtualmente, seja assumida por cada um, na vida real. É fazer de Amanda Gurgel mais que uma verdade virtual.
Fonte: Por Silvio Teles

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Militar no poder, nunca mais

Não posso deixar de enviar estes fatos para meus leitores. Nós Brasileiros precisamos conhecer uma outra versão da história. Houve erro, com certeza, mas os acertos foram grandes. É necessário analisar a história com a visão da época que ocorreu. Os malefícios e os benefícios com o resultado que foi produzido.Ainda bem que hoje tudo é diferente, temos um PT sério, honesto e progressista. Cresce o grupo que não quer mais ver militares no poder, pelas razões abaixo...
Só fizeram lambanças. Tiraram o cenário bucólico que havia na Via Dutra de uma só pista, que foi duplicada e recebeu melhorias; Acabaram aí com as emoções das curvas mal construídas e os solavancos estimulantes provocados pelos buracos na pista.
Não satisfeitos, fizeram o mesmo com a rodovia Rio-Juiz de Fora.
Com a construção da ponte Rio-Niterói, acabaram com o sonho de crescimento da pequena Magé, cidade nos fundos da Baía de Guanabara, que era caminho obrigatório dos que iam de um lado ao outro e não queriam sofrer na espera da barcaça que levava meia dúzia de carros.
Criaram esse maldito do Proálcool, com o medo infundado de que o petróleo vai acabar um dia. Para apressar logo o fim do chamado "ouro negro", deram um impulso gigantesco à Petrobras, que passou a extrair petróleo 10 vezes mais (de 75 mil barris diários, passou a produzir 750 mil); sem contar o fedor de bêbado que os carros passaram a ter com o uso do álcool.
Enfiaram o Brasil numa disputa estressante, levando-o da posição de 45ª economia do mundo para a posição de 8ª, trazendo com isso uma nociva onda de inveja mundial.
Tiraram o sossego da vida ociosa de 13 milhões de brasileiros, que, com a gigantesca oferta de emprego, ficaram sem a desculpa do "estou desempregado".
Em 1971, no governo militar, o Brasil alcançou a posição de segundo maior construtor de navios no mundo. Uma desgraça completa!
 Com gigantesca oferta de empregos, baixaram consideravelmente os índices de roubos e assaltos. Sem aquela emoção de estar na iminência de sofrer um assalto, os nossos passeios perderem completamente a graça.
 Alteraram profundamente a topografia do território brasileiro com a construção de hidrelétricas gigantescas (Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipu), o que obrigou as nossas crianças a aprenderem sobre essas bobagens de nomes esquisitos.
O Brasil, que antes vivia o romantismo do jantar à luz de velas ou de lamparinas, teve que tolerar a instalação de milhares de torres de alta tensão espalhadas pelo seu território, para levar energia elétrica a quem nunca precisou disso.
 Implementaram os metrôs de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, deixando tudo pronto para atazanar a vida dos cidadãos e o trânsito nestas cidades.
Baniram do Brasil pessoas bem intencionadas, que queriam implantar aqui um regime político que fazia a felicidade dos russos, cubanos, albaneses e chineses, em cujos países as pessoas se reuniam em fila nas ruas apenas para bater-papo, e ninguém pensavam em sair a passeio para nenhum outro país. Foram demasiadamente rigorosos com os simpatizantes daqueles regimes, só porque soltaram uma "bombinha de São João" no aeroporto de Guararapes, onde alguns inocentes morreram de susto apenas Os militares são muito estressados.
Fazem tempestade em copo d'água só por causa de alguns assaltos a bancos, sequestros de diplomatas.. 
Tiraram-nos o interesse pela Política, vez que os deputados e senadores daquela época não nos brindavam com esses deliciosos escândalos que fazem a alegria da gente hoje.
Inventaram um tal de FGTS, PIS e PASEP, só para criar atritos entre empregados e patrões. Para piorar a coisa, ainda criaram o MOBRAL, que ensinou milhões a ler e escrever, aumentando mais ainda o poder desses empregados contra os seus patrões. Nem o homem do campo escapou, porque criaram para ele o FUNRURAL, tirando do pobre coitado a doce preocupação que ele tinha com o seu futuro. Era tão bom imaginar-se velhinho, pedindo esmolas para sobreviver.
Outras desgraças criadas pelos militares: Trouxeram a TV a cores para as nossas casas, pe las mãos e burrice de um Oficial do Exército, formado pelo Instituto Militar de Engenharia, que inventou o sistema PAL-M..Criaram a EMBRATEL; TELEBRÁS; ANGRA I e II; INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM. Tudo isso e muito mais os militares fizeram em 22 anos de governo.
Depois que entregaram o governo aos civis, estes, nos vinte anos seguintes, não fizeram nem 10% dos estragos que os militares fizeram. Graças a Deus!
Tem muito mais coisas horrorosas que eles, os militares, criaram, mas o que está escrito acima é o bastante para dizermos: "Militar no poder, nunca mais!!!", exceto os domesticados.
ALÉM DISSO, NENHUM DESSES MILITARES CONSEGUIU FICAR RICO. 
ETA INCOMPETÊNCIA!!!
 Texto:
 Anselmo Cordeiro (Net 7 Mares)
ancorol@bol.com.br
http://net7mares.blogspot.com/2009/11/mar-do-ego.htm
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terça-feira, 17 de maio de 2011

OS HOMENS FORTES DO PT

UMA HISTÓRIA SEM FIM OU COMO SE ENRIQUECER EM TRÊS MANDATOS

O senhor Antonio Palocci, bem como o sr. José Dirceu, é a versão tupiniquim de Midas. Ele mesmo - aquele rei dotado de uma particular "qualidade", qual seja, a de transformar em ouro tudo o que tocava! E Sua Excelência, senhor Palocci, tem mesmo mãos coroadas.
Comprou um apartamento avaliado em R$ 7 milhões, além de um escritório ao custo de R$ 800 mil. Segundo o hábil investidor, essas compras somente foram possíveis após 4 anos de intensíssimo trabalho em sua empresa de "consultoria". Aliás, devo dizer que os petistas são ótimos consultores. Todos estão tão bem. Palocci e Dirceu nada tem a reclamar.
Viva o "capitalismo de estado" - nós trabalhamos feito mulas e eles se enriquecem feito Midas.
Imaginem vocês se o adquirente fosse um secretário do governador Geraldo Alckmin ou do ex-governador José Serra, ambos do PSDB. Não conseguiriam dar dois passos sem que a questão lhes fosse jogada contra o queixo, na forma de microfones e gravadores.
Como nossa Presidente Dilma vive numa bolha de plástico, protegida de qualquer questionamento, nada lhe sucede. Pudera, um ex ministro do Supremo Tribunal Federal, que hoje preside a Comissão de Ética Pública, afirmou desconhecer qualquer fato que demande uma investigação. Para usar uma expressão da moda: "então tá".
Temos cada qual a Sucupira que merecemos - a Federal, a Estadual e a Municipal...


Texto escrito pelo meu amigo e Ir .´. Dr: Luiz André Couri

sexta-feira, 13 de maio de 2011

SEI QUE NÃO DÁ PARA MUDAR O COMEÇO

Em primeiro lugar gostaria de pedir desculpas as amigos e inimigos leitores deste blog pela minha ausência , informo ainda que por uma serie de motivos pessoais eu tive que me afastar , mais agora estou de volta e a primeira postagem que estarei colocando aqui nesta dada é um texto de um autor desconhecido que foi lido pela cantora Ana Carolina em um de seus shows espero que vocês gostem . No mais um fraternal abraço a todos e um ótimo fim de semana . A Coluna falando francamente está de volta!



Meu coração está aos pulos! Quantas vezes minha esperança será posta à prova? Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais. Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova? Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais? É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz. Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: _"NÃO ROUBARÁS", "DEVOLVA O LÁPIS DO COLEGUINHA","ESSE APONTADOR NÃO É SEU, MINHA FILHA". Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar. Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interesserá. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar. Só de sacanagem! Dirão: " Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba" e vou dizer: "Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meus filhos e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau." Dirão: "É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal". Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal.Eu repito, ouviram? IMORTAL! SEI QUE NÃO DÁ PARA MUDAR O COMEÇO MAS, SE A GENTE QUISER, VAI DAR PARA MUDAR O FINAL! Texto bem pertinente para a situação atual. fonte : http://sandra-barreto.blogspot.com