quinta-feira, 9 de junho de 2011

Enquanto isso, em Banânia...

A escolha de Gleisi Hoffmann permite a presidente Dilma controlar de fato o coração do seu governo. Antonio Palocci era “ministro de Lula”. Mas ainda assim, e a despeito desse primeiro movimento insurrecional da rainha muda, o terceiro mandato de Lula começou no quinto mês do governo Rousseff. 
Na última semana de maio, pronto para ensinar à criatura como se resolve uma crise, o criador baixou em Brasília já acusando a oposição em geral e José Serra em particular de terem inventado o milagre da multiplicação do patrimônio. No mesmo dia, depois de conferir ao chefe da Casa Civil o título de Pelé da Economia, ordenou ao PT e pediu ao PMDB que defendessem Antonio Palocci e fossem pacientes com a presidente. 
De nada adiantou. Os fatos tornaram impossível a manutenção do ministro. Já vai tarde. O ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, advogado de dez em cada dez petistas enrolados em crimes, orientou a tardia entrevista de Antonio Palocci. Vale perguntar: quem pagará pelos honorários do douto causídico? A viúva?A decisão de manter o CRIMINOSO Battisti no Brasil avisa que a impunidade institucionalizada em nosso País também vale para criminosos estrangeiros.A decisão da Suprema Corte nada tem de surpreendente. Mas ainda assim, é um desfecho vergonhoso. O Supremo Tribunal Federal está com a espinha alquebrada. A continuar assim, em breve estará de quatro.
 Fonte: Notas Impertinentes http://oreacionario2011.blogspot.com/
Não existe assunto desinteressante, o que existe são pessoas desinteressadas." 

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